Coimbra

Estudantes de Coimbra querem jovens com voz ativa na Europa

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A Associação Académica de Coimbra (AAC) vai desenvolver uma moção estratégica para apresentar aos partidos que concorrem às eleições europeias, que defende uma maior representatividade dos jovens na Europa.

A AAC começou o processo de auscultação pública para desenvolver uma moção estratégica que irá depois apresentar aos partidos no âmbito das europeias, que se realizam em junho, à semelhança do que fez recentemente no plano das legislativas, afirmou hoje o presidente da AAC, Renato Daniel, que falava numa conferência de imprensa.

Uma das propostas que estará em cima da mesa será a defesa de criação de um órgão onde possam participar jovens europeus e que possa ter influência “junto do Parlamento Europeu”, disse o dirigente estudantil, recordando que já defendia essa medida quando se candidatou à liderança da AAC.

“Propomos criar-se essa comissão, dentro do Parlamento Europeu, sob moldes distintos”, cujo modelo de representatividade terá de ser discutido.

Para Renato Daniel, a criação de um órgão dessa natureza permitiria assegurar uma voz dos jovens no seio da Europa e promover propostas concretas para a resolução dos seus problemas.

Segundo o presidente da AAC, outra das questões que estará em cima da mesa na elaboração da moção estratégica será a habitação, um “problema transversal” aos jovens europeus.

Após um período de auscultação pública até 11 de março, a AAC irá apresentar o documento a 23 de março, esperando reunir com os partidos que concorrem às europeias entre 25 de março e 30 de abril.

À semelhança do que aconteceu nas legislativas, a direção-geral pretende vetar a apresentação de propostas e reunião com o Chega, “um partido que se manifesta contra os estatutos da Associação Académica de Coimbra”, salientou Renato Daniel.

De acordo com o presidente da AAC, no âmbito das legislativas, a associação já apresentou as suas propostas a quase todos os partidos com assento parlamentar, defendendo, entre outras medidas, um reforço na área da saúde mental, um aumento do parque habitacional público e uma redução gradual da propina até à sua extinção.

Notícias do Centro | Lusa

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