Prazeres

Companhia da Chanca leva música, teatro e poesia às aldeias de Penela

0

O projeto “A Cultura Vai à Rua”, dinamizado pela Companhia Chanca, leva a partir de domingo e até outubro, concertos, teatro circo e de sombras, música e poesia às aldeias do concelho de Penela.

“Pretendemos levar a cultura mais próximo das pessoas. No fundo, levar espetáculos de qualidade às aldeias, a locais onde as pessoas, muitas vezes, não têm acesso à cultura e também não se deslocam para ir ver. Portanto, a cultura vai ter com elas”, afirmou à agência Lusa André Louro, que forma a companhia juntamente com Catarina Santana.

Segundo André Louro, o projeto “também permite, mesmo às pessoas de Penela, deslocarem-se e fazerem turismo dentro da própria vila de Penela”.

“Às vezes, irem a aldeias que já há muito tempo não vão”.

No primeiro encontro do “A Cultura Vai à Rua”, Daniel Romeiro interpretará obras para piano de Johann Sebastian Bach, no Coletivo da Escola, em São Sebastião, no domingo, e na Igreja da Misericórdia, em Penela, no dia 26.

Seguem-se duas sessões do espetáculo “Gentlemad” por Mica Paprica, no largo do Trilho, em Espinhal, em 30 de maio, e, no dia seguinte, em Chainça.

Trata-se de um espetáculo multidisciplinar de teatro circo que inclui diversas técnicas de manipulação de objetos não convencionais, como vassoura, chávenas ou garrafas, malabarismo, equilíbrio e magia.

O programa inclui ainda o espetáculo de teatro de sombras “O Rapazinho do Carvão”, um conto tradicional que mostra a espiritualidade e a sabedoria ancestral da vida rural japonesa, que será apresentado por Beniko Tanaka, em 13 e 14 de junho, em Ferraria de São João e nas Cerejeiras.

Em 10 e 11 de outubro, Monte de Vez e a sede da Sociedade Filarmónica Penelense, em Penela, receberão o espetáculo “Música e Poesia”, com o ator Marques D’Arede e o músico Stephen Rockey, no âmbito de uma residência artística no Espaço da Companhia da Chanca.

Acompanhados por André Louro no piano e Catarina Santana na voz, o “quarteto improvável revisita poetas, cantautores e compositores que legaram obras belas, livres e interventivas”, informou a Companhia Chanca em comunicado.

“A Cultura Vai à Rua”, organizado pela Companhia da Chanca, é um projeto de dinamização cultural do território e das aldeias de Penela, de valorização da fruição do espaço público e património monumental, que promove o encontro multigeracional.

Tem o apoio do Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes, do Município de Penela, da Casa Família Oliveira Guimarães e das juntas de freguesia deste concelho do distrito de Coimbra.

A Companhia da Chanca é uma companhia de teatro profissional fundada em 2015 por André Louro e Catarina Santana, artistas de Lisboa que decidiram deslocalizar a sua atividade para Chanca, aldeia de Penela.

Notícias do Centro | Lusa

Dois homens julgados em Leiria por tráfico de droga avaliada em mais de 200 milhões

Notícia anterior

Arquivamento sobre alegado assédio sexual no CES de Coimbra ocorreu por falta de queixa no prazo de seis meses

Próxima notícia

Também pode gostar

Comentários

Comentários estão fechados

Mais em Prazeres