A Associação Académica de Coimbra (AAC) comemorou, na noite de 24 para 25 de novembro, a Tomada da Bastilha de 1920. Os estudantes percorreram as ruas de Coimbra, da Porta Férrea à Padre António Vieira, passando pela Sé Velha e Praça 8 de maio.
Paralelamente às atuações culturais, proporcionadas pelo Coro Misto da UC, Tuna Académica da UC e Secção de Fado da AAC, o percurso contou com duas paragens, de cerca de dez minutos em silêncio cada, em frente à Câmara Municipal de Coimbra e ao Teatro Académico Gil Vicente.
O trajeto terminou na AAC, onde o Presidente, João Pedro Caseiro, recordou o momento de 1920, mas também a segunda Tomada da Bastilha de 1954, e afirmou que “todos somos responsáveis por esta casa e todos, coletivamente, temos de reformular e reinventar a nossa reivindicação, para que possamos ser ouvidos pelas entidades que nos podem conferir melhores condições”.
O presidente da AAC sublinhou “três frentes” de reivindicação ao nível dos espaços, onde assinalou a importância do papel da Universidade para a execução célere das obras no Edifício e da Câmara Municipal para a melhoria das condições de equipamentos desportivos para a AAC. A requalificação do Campo Santa Cruz e mais espaços acessíveis para a cultura académica também foram reivindicações presentes.
A ação, que iniciou após as badaladas do sino da torre da Universidade, contou com cerca de uma centena de estudantes, que recriaram a mística do ato dos quarenta estudantes de 1920, autointitulados de “conjurados”.











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