A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) vai voltar para a rua com o Peditório Nacional, principal fonte de financiamento da instituição e importante elo de ligação na sua relação com a comunidade.
A LPCC apela aos portugueses para que “sejam voluntários, dando um pouco do seu tempo para apoiar durante os dias do Peditório”. A campanha de recrutamento de voluntários para o Peditório Nacional, que conta novamente com o embaixador Cristiano Ronaldo, apela a que todos “façam parte desta equipa”.
O Peditório Nacional decorre entre os dias 28 de outubro e 1 de novembro, no Continente e nas ilhas da Madeira e Açores.
A participação como voluntário no Peditório Nacional “é uma forma de ser útil, de forma indireta, aos doentes oncológicos e seus cuidadores, onde é possível criar laços com toda uma rede de cidadãos solidários e assim contribuir de forma positiva e ativa numa causa que toca toda a população”, realça a LPCC.
Para ser voluntário da LPCC não há limite de idade e é uma atividade transversal a toda a sociedade civil. Todos os voluntários têm um objetivo comum: ajudar quem mais precisa, com compromisso, disponibilidade e respeito pelo doente oncológico.
A participação pode ser feita à medida da disponibilidade, podendo ocorrer durante os cinco dias ou apenas num período de algumas horas.
O Peditório nacional, além de principal fonte de financiamento da LPCC, é o garante da sustentabilidade das atividades que promove no âmbito dos seus quatro eixos de missão: o apoio ao doente oncológico e cuidadores, a promoção da saúde, a prevenção do cancro e o estímulo à formação e investigação em oncologia.
A LPCC alerta também que o cancro é a “segunda causa de morte mais frequente em Portugal, com 50 mil novos casos em 2018. O cancro colorretal, da mama e da próstata são os tipos de cancro mais prevalentes em Portugal. De acordo com dados do Globocan 2020, o número de casos estimados de cancro em 2020 fixou-se nos 19 milhões a nível mundial (ambos os sexos, todos as idades), estimando-se que em 2040 atinja um total de 28,9 milhões de pessoas em todo o mundo”.











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