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Castelo Branco: Amato Lusitano apoia crianças vítimas de violência doméstica

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A Amato Lusitano – Associação de Desenvolvimento (ALAD) criou uma estrutura especializada para atendimento psicológico a crianças e jovens vítimas de violência doméstica.

“Face à necessidade local relativamente à intervenção com crianças e jovens expostas à violência interparental, criou-se uma estrutura especializada para atendimento psicológico a crianças e jovens vítimas de violência doméstica, que permite a consolidação da Rede Nacional de Estruturas de Apoio à Vítima face a esta vertente”, explicou a ALAD.

O projeto Resposta de Apoio Psicológico para Crianças e Jovens Vítimas de Violência (RAP) na Beira Baixa tem como função analisar os critérios que indiquem a possibilidade de violência e a sua origem, avaliar a gravidade da situação e quais as implicações nas vítimas e intervenção psicológica que pode ser individual ou em grupo.

“Esta resposta de atendimento psicológico permite a intervenção psicológica e psicoterapêutica a crianças e jovens vítimas de violência doméstica”, salientou a associação.

A RAP vai funcionar com o apoio e em estreita articulação com a Estrutura de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica de Castelo Branco (EAVVD).

“Irá apropriar-se das suas redes já criadas e consolidadas por todo o território da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão) e com as diversas organizações que compõem as redes de parceria informais e formais da EAVVD”.

O projeto tem definido como meta mínima o apoio psicológico a 60 crianças e jovens vítimas de violência doméstica/expostas a violência interparental durante os 18 meses de execução.

A ALAD é uma associação privada, sem fins lucrativos, que iniciou a sua atividade em 1998 para dar resposta às necessidades dos grupos mais vulneráveis na sequência da identificação de vários problemas sociais e situações de risco existentes no concelho de Castelo Branco.

A associação procura promover a inclusão social, igualdade de oportunidades e de género e não-discriminação.

Notícias do Centro | Lusa

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