Aveiro

Ovar com mais de 20,5 milhões em projetos para reabilitar quatro escolas

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 A Câmara de Ovar tem em curso mais de 20,5 milhões de euros em projetos para requalificação de quatro escolas neste concelho do distrito de Aveiro, entre as quais a Secundária de Esmoriz, que reclama obras profundas há décadas.

Segundo revelou hoje a autarquia liderada pelo PSD – graças a um acordo de maioria com a vereadora independente do movimento Agir -, a esses valores, sem IVA, também deverá juntar-se um montante que ainda está a ser definido para modernização de diferentes estabelecimentos educativos desde o 2.º ciclo até ao ensino secundário.

“Estamos a desenvolver um trabalho de planeamento que nos permite antecipar necessidades, preparar intervenções e captar financiamento, numa abordagem que se estende a outras áreas fundamentais”, afirmou o presidente da Câmara, Domingos Silva, apontando a educação como “uma prioridade estratégica para o desenvolvimento do concelho”.

Das quatro empreitadas já com projeto de execução aprovado, a primeira indicada pela autarquia é a relativa à Escola Básica Florbela Espanca, na freguesia de Esmoriz, cuja obra envolve uma estimativa orçamental superior a 3,934 milhões de euros.

Segue-se a requalificação da Escola Básica de Maceda, cujo projeto está nesta fase orçado em mais de 3,711 milhões de euros.

As duas outras requalificações vão precisar de montantes mais elevados: a Escola Secundária de Esmoriz deverá absorver cerca de 6,598 milhões de euros, enquanto a Escola Básica António Dias Simões, na freguesia de Ovar, deverá receber uma empreitada na ordem dos 6,268 milhões.

Domingos Silva realçou que todos esses estabelecimentos de ensino “eram da responsabilidade do Ministério da Educação e transitaram para a esfera do Município em 2022, no âmbito da transferência de competências, com o compromisso da abertura de linhas de financiamento a 100% por parte do Estado para a sua requalificação”.

As empreitadas anunciadas visam melhorar o desempenho térmico dos edifícios, reforçar as condições de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e adequar os espaços disponíveis às necessidades educativas atuais, o que passará por redimensionar salas e reorganizar áreas de atividade, “contribuindo para a qualificação dos ambientes de aprendizagem”.

Notícias do Centro | Lusa

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