A Assembleia Municipal de Vouzela aprovou as contas de 2025 com um saldo superior a 4,2 milhões de euros (ME) e redução da dívida em cerca de oito por cento (8%) comparado com o ano anterior.
Numa nota de imprensa, o Município de Vouzela, no distrito de Viseu, evidencia a conta de gerência com “um saldo superior a 4,2 ME e uma redução da dívida municipal em cerca de 8% face a 2024” e com “o prazo médio de pagamento de nove dias”.
As contas relativas a 2025 foram aprovadas por maioria na Assembleia Municipal de Vouzela, contando com dois votos contra do Partido Socialista (PS) e uma abstenção também socialista.
Nas contas geridas pelo executivo municipal liderado por Carlos Oliveira, eleito pelo Partido Social Democrático (PSD), está também em destaque “o maior volume de execução financeira de sempre, tanto na receita como na despesa” no ano transato.
Segundo o documento, a receita total ultrapassou os 21,8 ME, com uma taxa de execução próxima dos 98%, enquanto a despesa situou-se acima dos 17,6 ME, evidenciando um crescimento face a 2024.
Um dos principais destaques, indica, é o aumento da despesa de capital, que “cresceu mais de 30% em comparação com o ano anterior, refletindo o reforço do investimento municipal em áreas como infraestruturas, equipamentos e desenvolvimento local”.
O executivo municipal “assinala igualmente o impacto do processo de descentralização de competências, nas áreas da educação, ação social e saúde, que representou um encargo adicional estimado em cerca de 400 mil euros”.
“Este não é um resultado circunstancial. É o reflexo de uma gestão consistente, de trabalho realista e de um funcionamento eficaz, e também de um concelho mais dinâmico, com maior capacidade de gerar receita própria e de atrair atividade económica”, considerou o presidente da Câmara de Vouzela.
Carlos Oliveira sublinhou ainda “o contributo dos trabalhadores do município, das instituições locais e das juntas de freguesia”, vincando que “esse esforço coletivo tem permitido apresentar contas sólidas e um concelho em crescimento”.
O documento aprovado na Assembleia Municipal indica ainda que 2025 ficou “marcado por intervenções na rede viária, equipamentos educativos e sociais, bem como por iniciativas de dinamização cultural, desportiva e económica”.
“As áreas com maior peso na despesa foram os transportes rodoviários (40%), o ordenamento do território (13%), a administração geral (11%), o abastecimento de água (9%) e o saneamento (6%).












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