Aveiro

“Mosaico Social em Festa” vai mostrar atividade de 120 associações da Feira

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Santa Maria da Feira acolhe de sexta-feira a domingo 45 atividades lúdicas e culturais integradas no programa do “Mosaico Social em Festa”, com que essa autarquia celebra a atividade dos 120 parceiros da Rede Social local.

Promovida pela Câmara Municipal da Feira em parceira com a ADRITEM – Associação de Desenvolvimento Regional Integrado das Terras de Santa Maria, a iniciativa vai decorrer em diversos pontos da referida cidade do distrito de Aveiro e está aberta ao público em geral, sempre com entrada livre.

Torneios de jogos informáticos sobre saúde, almoços comunitários, sessões de dança e ginástica, espetáculos de teatro e uma gala de atribuição de prémios a entidades que se destacaram pela sua intervenção solidária no município são algumas das propostas incluídas na sétima edição do evento, que tem caráter bienal.

Fonte da Câmara da Feira afirma que este “é um momento de referência” no calendário da Rede Social do município, propondo-se homenagear todos os que contribuem para ações de apoio à comunidade local, melhorando a qualidade de vida física e emocional das populações mais desfavorecidas do concelho.

Nesse espírito, o programa de 2022 inclui o lançamento do livro “Comunitária – 20 Anos de Arte e Comunidade em Santa Maria da Feira”, uma edição do próprio município em que a autarquia faz o balanço de duas décadas de intervenção social por intermédio da via artística e cultural.

Quanto aos espetáculos em cartaz no “Mosaico Social em Festa”, o destaque vai para “Singular Margem”, protagonizado por jovens institucionalizados da Obra do Frei Gil e cidadãos com acompanhamento local na área da saúde mental, e também para “E amanhã?”, que juntará em palco atores com deficiência da Cercifeira, Cerci-Lamas, Casa Ozanam e AMICIS.

Outra proposta em relevo na programação deste ano é a apresentação do Projeto de Monitorização Comunitária da Hipertensão Arterial, uma iniciativa-piloto que recorre a uma aplicação de telemóvel para ajudar munícipes com mais de 50 anos e já diagnosticados com a doença a controlarem os seus sintomas, num esforço por “reduzir a probabilidade de complicações e assegurar a consequente melhoria da sua qualidade de vida”.

Notícias do Centro | Lusa

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