Castelo Branco

Politécnico de Castelo Branco integra projeto para valorização florestal do Centro

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O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) integra o consórcio de um projeto, com um orçamento de 3,5 milhões de euros, para a valorização da fileira florestal da região Centro.

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o IPCB refere que o projeto “F4F – Forest For Future” tem como principal objetivo “a demonstração e a transferência de tecnologia e soluções que permitam melhorar o valor acrescentado no setor florestal, com particular ênfase na cadeia do pinho”.

“Abrange as várias fases da cadeia, desde as plantas até aos produtos finais, baseando-se em quatro pilares fundamentais: Plantas e viveiros, gestão florestal, indústria e floresta multiusos”, lê-se na nota.

O projeto tem como promotor líder o SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta, na Sertã, e visa a valorização da fileira florestal da região Centro.

Segundo a instituição de ensino superior público de Castelo Branco, a sua participação no projeto envolve oito colaboradores/ investigadores, nas áreas de biotecnologia e plantas, gestão florestal, gestão e ciências da comunicação.

Adianta ainda que o IPCB terá responsabilidades “no desenvolvimento de atividades de produção em massa de plantas, desenvolvimento de novos poliésteres e poliamidas biodegradáveis de base colofónia com elevado desempenho, utilizando apenas monómeros de fonte renovável, coordenação, gestão, divulgação e disseminação”.

O “F4F – Forest For Future” envolve um orçamento global de 3,5 milhões de euros, comparticipados pelo Fundo Social Europeu (FSE) no montante de 2,9 milhões de euros.

O projeto prevê a execução de 23 atividades, nomeadamente ações de divulgação, seleção e multiplicação de plantas, avaliação e melhoria da qualidade, produção em massa, mapeamento e avaliação dos serviços de ecossistema florestais e avaliação do potencial produtivo dos espaços florestais.

O controlo de plantas invasoras, qualificação, certificação e promoção de produtos, valorização de espécies autóctones, produtos endógenos e valorização de material vegetal para farmacêutica/ cosmética integram ainda o rol de atividades a desenvolver.

“Estão também contempladas ações de valorização das fileiras do medronheiro, da pinha, do pinhão e da resina da região Centro”, conclui.

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