Aveiro

Polis Ria de Aveiro iniciou balizagem e sinalização dos canais de navegação

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A sociedade Polis Litoral Ria de Aveiro informou hoje que tem em curso trabalhos de balizagem e sinalização dos canais de navegação, no âmbito da empreitada de desassoreamento da ria de Aveiro.

De acordo com uma nota de imprensa da Polis, a operação teve início no topo norte do canal de Ovar, junto à marina do Carregal, continuando para sul ao longo desse canal.

Será depois a vez dos canais de Ovar e da Murtosa até Pardilhó, que correspondem ao Lote 1 da empreitada, seguindo-se a balizagem e sinalização nos canais a sul, que integram o Lote 2 da empreitada.

“A solução adotada contempla a utilização de elementos flutuantes (boias) e de estacas metálicas cravadas no leito, que serão identificados pela cor, além de serem encimados pelos alvo, refletor de radar, e luz correspondentes”, descreve aquela sociedade.

Os trabalhos agora em curso são considerados fundamentais para a segurança das embarcações, servindo a sinalização para indicar os limites laterais dos canais navegáveis.

A Polis Litoral Ria de Aveiro informa ainda que os trabalhos de dragagem na ria continuam a decorrer no canal da Murtosa, com descarga para a Ilha do Monte Farinha, no lago do Paraíso, no rio Boco e na zona central do “Salgado de Aveiro”.

A empreitada, designada por “Transposição de Sedimentos para Otimização do Equilíbrio Hidrodinâmico na Ria de Aveiro”, que está a ser desenvolvida em dois lotes, foi adjudicada pela Polis Litoral Ria de Aveiro ao consórcio ETERMAR/MMAS/ROHDE NIELSEN, pelo valor de 17,5 milhões de euros, acrescidos de impostos.

Ao todo, estima-se que sejam dragados cerca de um milhão de metros cúbicos de sedimentos a dragar dos canais de Ovar até ao Carregal e até Pardilhó, da Murtosa, de Ílhavo (rio Boco), de Mira, do lago do Paraíso e da zona central.

De acordo com a nota de imprensa, desses sedimentos, cerca de 650 mil metros cúbicos “estão a ser depositados nas margens da ria, em zonas baixas, ameaçadas pelo avanço das águas e pelas cheias, para proteção de pessoas e bens”.

“Nos canais de Mira e de Ovar até ao Carregal, para além dos depósitos previstos nas margens, cerca de 350 mil metros cúbicos foram já depositados na praia, na zona de rebentação, de forma a lavar o sedimento e reforçar a deriva litoral, com vista à minimização de efeitos erosivos nestes troços particularmente ameaçados”, acrescenta.

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