Viseu

Mudanças nos horários dos transportes de Viseu serão reavaliadas

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 O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, garantiu hoje que as mudanças feitas, na quinta-feira, nos horários das linhas e dos circuitos urbanos do sistema de transportes MUV serão futuramente reavaliadas.

“É um exercício obrigatório. Agora implementou-se um sistema de alteração, temos de deixar decorrer algum espaço [de tempo] para ver se ele deu resultado ou não”, disse Fernando Ruas aos jornalistas, no final da reunião da Câmara.

O autarca assegurou que, “se houver muitas queixas, a correção será feita, seguramente”.

Na semana passada, a autarquia anunciou que, por proposta da Berrelhas (empresa com que, no início de março, celebrou um ajuste direto), as linhas e os circuitos urbanos do sistema Mobilidade Urbana de Viseu (MUV) teriam novos horários para dar resposta aos pedidos dos utilizadores, mas as alterações têm motivado queixas.

“Os novos horários refletem várias solicitações realizadas pelos utilizadores do MUV junto do operador, que procurou assim ajustar os mesmos de forma a garantir uma melhor oferta e qualidade do serviço”, justificou então a autarquia.

Questionado hoje sobre as queixas feitas a órgãos de comunicação social por passageiros, Fernando Ruas disse que as alterações foram “de ordem técnica”, por solicitação da operadora.

“Eu tenho de confiar no serviço e na análise que fizeram, no pressuposto de que [as alterações] beneficiam a maioria das pessoas. Mas pode haver uma ou outra que se sinta prejudicada”, admitiu.

Segundo a autarquia, “nas linhas concelhias foram eliminados horários que não registavam procura/utilização e incrementada a oferta de horários onde a procura/carência era maior”, e nos circuitos urbanos (C1 e C2) “procedeu-se à redução do horário de domingo, em consequência da baixa procura, e, nos dias úteis, a circulação dos autocarros passa a ser efetuada de 30 em 30 minutos”.

Fernando Ruas disse aos jornalistas que a implementação do sistema Ir e Vir no concelho de Viseu, que está para breve, terá também de ser avaliada, porque poderá “aliviar a procura” do MUV.

Notícias do Centro | Lusa

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