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Metro Mondego adjudica obra do Parque de Material e Oficinas a grupo espanhol

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A Metro Mondego adjudicou hoje a duas empresas do grupo espanhol FCC a construção do Parque de Material e Oficinas (PMO) do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), por 6,6 milhões de euros, foi anunciado.

A obra foi adjudicada às empresas Ramalho Rosa Cobetar, com sede em Lisboa, e Convensa, com sede em Barcelona, ambas pertencentes ao grupo espanhol FCC, afirmou hoje a Metro Mondego, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

A Ramalho Rosa Cobetar e a Convensa são também responsáveis pelo troço urbano do SMM entre a Portagem e Coimbra-B, empreitada no valor de quase 34 milhões de euros.

O grupo tem ganhado diversos concursos lançados pela Infraestruturas de Portugal ao longo dos últimos anos para intervenções quer em ferrovia quer em estradas rodoviárias.

A empreitada terá um prazo de execução de cerca de 15 meses, com a construção do PMO a decorre em Sobral de Ceira, nos limites do concelho de Coimbra, numa área de dois hectares entre a Rua da Capela e o canal do ‘metrobus’, explicou a Metro Mondego.

Naquele terreno, serão construídos o edifício administrativo, que inclui o Posto de Comando Central do sistema e área administrativa de apoio à operação e manutenção, edifício oficinal e áreas de armazém, assim como áreas técnicas, incluindo o posto de transformação.

Para além disso, está também previsto um depósito de água para combate a incêndios, acessos à via rodoviária municipal e ao canal do ‘metrobus’, assim como área de estacionamento para os veículos que vão operar no SMM.

“O Posto de Comando Central tem como funções, entre outras, a programação das escalas de serviço, o controlo remoto da operação, a informação ao público, a videovigilância e a monitorização das infraestruturas”, aclarou a Metro Mondego.

O SMM “consiste na implementação de um ‘metrobus’, utilizando veículos elétricos a baterias que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã e na área urbana de Coimbra”, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo, numa extensão de 42 quilómetros.

A operação entre a Portagem (Coimbra) e Serpins deverá arrancar no primeiro trimestre de 2024 e a o troço urbano no final desse mesmo ano.

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