Guarda

Mau tempo: EN222 reaberta ao trânsito entre Foz Côa e Almendra

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 A Estrada Nacional 222 (EN222) foi reaberta ao trânsito pelas 16:00 no troço entre Vila Nova de Foz Côa e Almendra, no distrito da Guarda, após ter estado cortada devido a derrocadas, disse hoje o presidente da câmara.

Segundo o autarca de Foz Côa, Pedro Duarte, este corte foi feito ao início da manhã por motivos de segurança rodoviária, visto que havia várias derrocadas de pedras e terra no troço entre a sede de concelho e a freguesia de Almendra, agora reaberto ao trânsito de forma condicionada.

“Prevemos que os trabalhos de limpeza estejam concluídos antes do início da noite, sendo uma zona xistosa que devido à acumulação de água das chuva pode provocar derrocadas, mas as autoridades policiais estão no terreno a orientar o trânsito, que se faz de forma alternada”, explicou.

Vários distritos do continente e os arquipélagos da Madeira e Açores voltam a estar a partir de hoje sob avisos devido ao vento, chuva, agitação marítima e queda de neve devido a uma nova depressão, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Portugal continental irá começar a sentir os efeitos da depressão Leonardo “inicialmente com a aproximação ao Baixo Alentejo e Algarve de um sistema frontal a ela associado, a partir do final da tarde” de hoje, “com precipitação persistente e por vezes forte e rajadas de vento que podem atingir 75 quilómetros/hora no litoral a sul do Cabo Mondego e 95 quilómetros/hora nas terras altas”.

O sistema frontal irá estender-se gradualmente às outras regiões do continente durante quarta-feira, prevendo-se que “o período com valores acumulados de precipitação mais elevados e vento mais intenso seja na noite” de quarta para quinta-feira.

Para os próximos dias está previsto vento forte e agitação marítima, sendo o mau tempo agravado pela depressão Leonardo, segundo a adjunta de operações da ANEPC.

A adjunta de operações do comando nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Daniela Fraga, alertou na segunda-feira para a ocorrência de inundações em zonas urbanas, de cheias e instabilidade de vertentes, conduzindo a deslizamentos, derrocadas, entre outras consequências.

Ainda dentro dos efeitos expectáveis da depressão, está o piso escorregadio, possíveis acidentes na orla costeira e arrastamento para vias rodoviárias de objetos soltos ou desprendimento de estruturas móveis.

Notícias do Centro | Lusa

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