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Idanha-a-Nova volta a estar “Fora do Lugar”

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A 11ª edição do Festival Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas –, em Idanha-a-Nova (Cidade Criativa da Música UNESCO) está a chegar. A 11ª edição propõe música, conversas, caminhadas, encontros entre os músicos, exposições, natureza, cinema, gastronomia, programa educativo. São 26 propostas em 9 dias de programação, de 17 de novembro a 3 de dezembro de 2022.

Com a direcção artística de Filipe Faria, produzido pela Arte das Musas em parceria com o Município de Idanha-a-Nova – UNESCO Creative City of Music – e financiado pela Direcção-Geral das Artes, o Festival está na rua e as portas do território estão abertas. “Este é o ano do regresso ao futuro. Depois de tanto tempo em suspensão, a ver os nossos lugares (e os dos outros) pela janela, voltámos. Nestes anos não chegámos a habitar realmente as coisas. Ou parecia mesmo que não. Experimentámos menos. Sonhámos que sim, acordámos no mesmo lugar. Vimos todos os nossos lugares através das janelas, por vezes conseguimos ouvir, por vezes mesmo falar…, mas tantas vezes, o lugar onde estávamos não era o lugar onde queríamos estar”, escreve Filipe Faria, diretor artístico do Fora do Lugar.

O primeiro passo da nova década volta a trazer a Idanha-a-Nova – provavelmente o lugar mais bonito do mundo –, o mundo todo. “Em Idanha-a-Nova, continuaremos a trilhar um caminho feito de legados, mas de rosto voltado para o futuro. Nestas terras, onde semeamos tradição e colhemos inovação, o Fora do Lugar encaixa na perfeição. A visão desempoeirada dos conceitos de lugar, tempo e cultura que caracteriza o festival propicia vivências únicas e memoráveis.”, disse Armindo Jacinto, Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.

Músicos, consorts e projetos vindos de Argentina, Brasil, Suíça, Espanha, França e Portugal enchem de sons a assinatura Fora do Lugar. É uma proposta de diálogos entre o erudito e o popular, entre o antigo e o novo. O lugar onde se encontra toda a criatividade humana. Uma celebração do efémero como condição de partida para experiência da arte dos sons.

Em 2022, o festival volta a contar com parcerias estratégicas de programação com o Centro Cultural Raiano (ao abrigo do Programa de Apoio à Programação da RTCP, co-financiado pela DGARTES), com a SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves – com o CineEco Seia – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela – e com o DocLisboa – Festival Internacional de Cinema.

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