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Festival de Música de Alcobaça arranca com a monumental “Missa em Si menor” de Bach

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O 34.º Festival de Música de Alcobaça arranca esta sexta-feira, dia 26 de junho de 2026, na Nave Central do Mosteiro de Alcobaça, com a interpretação da “Missa em Si menor”, BWV 232, de Johann Sebastian Bach, uma das obras mais emblemáticas do repertório sacro universal.

A abertura do festival ficará a cargo do Ludovice Ensemble, sob direção de Fernando Miguel Jalôto, reunindo um conjunto de dez solistas vocais numa leitura inspirada da obra-prima bachiana.

A interpretação decorre num dos espaços mais simbólicos do país, o Mosteiro de Alcobaça, cuja arquitetura e acústica reforçam a dimensão espiritual e artística da composição, sendo a “Missa em Si menor”, escrita ao longo de várias décadas, apresentada como uma recriação evocativa da corte de Dresden do século XVIII, proporcionando uma experiência imersiva entre música e história.

Para além da abertura barroca, a primeira semana do festival evidencia a diversidade da programação, incluindo no domingo, 28 de junho, o projeto SETÂR na Sacristia Manuelina, que promove um encontro entre poesia do Médio Oriente e música tradicional persa, com músicos iranianos que cruzam tradição e criação contemporânea, bem como sessões de cinema ao ar livre no Patim da Cerca do Mosteiro de Alcobaça, com destaque para a celebração dos 25 anos do filme Moulin Rouge, de Baz Luhrmann, a 2 de julho.

Na vertente mais contemporânea, o concerto de Tape Junk & Pedro Branco junta jazz e improvisação no espaço “Bosque”, enquanto a programação Júnior e Famílias integra espetáculos da Academia de Música e da Academia de Dança de Alcobaça, além de concertos de jovens talentos e formações orquestrais.

Organizado pela ABA – Banda de Alcobaça Associação de Artes, o Festival de Música de Alcobaça conta com o apoio da Fundação “la Caixa”, em colaboração com o BPI, e da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, em parceria com o Município de Alcobaça e a Museus e Monumentos de Portugal, reforçando o seu papel como um dos principais eventos musicais do país, onde se cruzam património, inovação e excelência artística.

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