O efeito direto da pandemia de covid-19 na conta das Administrações Públicas (AP) foi de 5.120 milhões de euros (ME) até setembro, de acordo com cálculos da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO).
“Até ao final do terceiro trimestre de 2021 o efeito financeiro direto conhecido das medidas de política covid-19 na conta das Administrações Públicas (AP) portuguesas foi de 5.120 ME”, pode ler-se no relatório que analisa a execução orçamental de janeiro a setembro, hoje divulgado.
Segundo os técnicos do parlamento, que dão apoio aos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças (COF), “este é o montante da redução no saldo causado diretamente por todas as operações económicas com registo conhecido”.
Essas operações são as que têm “reflexo no saldo global (4.612 ME), operações de despesa em ativos financeiros (93 ME), e operações extraorçamentais (despesa líquida de 415 ME)”.













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