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Coimbra “volta a casar” com a Rainha Santa Isabel

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A Câmara Municipal (CM) de Coimbra, a entidade regional Turismo Centro de Portugal, a Confraria da Rainha Santa Isabel, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e a Escola de Turismo de Portugal de Coimbra vão recuperar a tradição dos casamentos da Rainha Santa Isabel já este ano.

A iniciativa prevê a realização de um máximo de sete casamentos católicos, que serão celebrados em Coimbra, em anos ímpares (para esta iniciativa não coincidir com a realização das procissões em louvor da padroeira da cidade), no domingo anterior ao feriado municipal e dia da Solenidade da Rainha Santa Isabel, 4 de julho.

O objetivo é recuperar uma tradição da cidade de Coimbra: os casamentos da Rainha Santa Isabel regressam em 2023. Um projeto de cinco entidades, que prevê a realização de um máximo de sete casamentos católicos, a celebrar em Coimbra, na igreja da Rainha Santa Isabel, em anos ímpares, isto é, nos anos em que não há procissões em louvor da padroeira da cidade, a Rainha Santa Isabel. Esta é, também, uma forma de enriquecer o programa das celebrações no ano em que não se realizam as habituais procissões.

Os casamentos vão decorrer no domingo anterior ao dia 4 de julho, feriado municipal e dia da Solenidade da Rainha Santa Isabel, e está já assegurado que os casais, após a celebração do casamento, vão ser acolhidos pelas entidades organizadoras nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, onde se realizará o corte dos bolos de casamento.

A organização encontra-se, ainda, a finalizar o regulamento que estabelece, entre outros detalhes, os critérios de seleção dos casais candidatos, bem como as vantagens e as obrigações dos selecionados. Após a conferência de imprensa, a comissão executiva reuniu-se para estabelecer que as inscrições se encontram abertas desde hoje, dia 23 de janeiro, e até ao dia 28 de fevereiro, e, para já, através do correio eletrónico secretario@rainhasantaisabel.org.
Sabe-se já que os candidatos têm de estar em situação legal, que lhes permita, nos termos da lei, a realização do matrimónio católico; que necessitam de uma prova, a emitir pela Junta de Freguesia da área de residência, de que pelo menos um dos noivos tem residência permanente no concelho de Coimbra; e que devem assegurar a entrega dos documentos que sejam necessários para a realização do casamento católico, de acordo com a lei portuguesa vigente e as normas da Igreja Católica.

A seleção dos sete casais será realizada por uma comissão executiva, composta por representantes das cinco entidades que compõem a organização (José Vieira, pela Confraria Rainha Santa Isabel; Dora Santana, pelo Município de Coimbra; Carlos de Figueiredo, pela Turismo do Centro; José Madeira, pela AHRESP; e Filipe Carvalho, pela EHTC), que irá deliberar por maioria dos votos expressos, tendo o presidente da comissão direito a voto de qualidade. A entrevista será um dos critérios já definidos para a seleção dos sete casais candidatos.

Os casamentos da Rainha Santa Isabel aconteceram pela última vez em finais dos anos 70, no século XX. Eram destinados a casais com algumas dificuldades económicas, a quem eram oferecidos enxovais.

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