A artista portuguesa Adriana Molder tem patente ao público, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB), a exposição “Aldebaran Caída Por Terra”.
A nova exposição de Adriana Molder, até ao dia 05 de julho, é composta por pinturas moldadas de formas irregulares e orgânicas, numa exposição explora o volume e a incidência da luz sobre rostos pintados a pastel de óleo.
Segundo a informação disponibilizada pela Câmara de Castelo Branco, o conjunto pode ser vivido como uma grande instalação, onde cada obra parece emergir do espaço com presença própria.
“Entre as séries apresentadas encontram-se As Máscaras, Wilde Frau e Mulher com Espelho, Apollo & Dafne, A Cabeça no Armário, Os Meninos (de Paolo Ucello), O Anjo e As Aias”.
A atravessar toda a exposição, surgem ainda as Sombras, desenhos a tinta-da-china sobre papel esquisso, que criam uma narrativa contínua e subtil.
“A mostra inclui também um filme, povoado de histórias de encantar e ídolos queimados que, sob o nosso olhar, renascem hipnoticamente das cinzas. Uma exposição onde literatura, pintura e cinema encontram-se num território de mistério e transformação e onde o universo literário de Karen Blixen, nos Sete Contos Góticos, se cruza com os imprevistos e encantamentos dos contos italianos compilados por Italo Calvino”.
Nascida em Lisboa em 1975, Adriana Molder vive e trabalha na capital portuguesa, tendo desenvolvido parte significativa da sua carreira na Alemanha, onde residiu durante 13 anos.
A artista foi distinguida em 2007 com o Herbert Zapp Revelation Prize for Visual Arts, em Berlim, cidade onde realizou uma residência artística na Künstlerhaus Bethanien. Antes disso, recebeu em Portugal o Prémio Revelação Artes Visuais Celpa/Vieira da Silva, em 2003.
Ao longo das últimas duas décadas, Adriana Molder apresentou exposições individuais em Portugal, Alemanha, Singapura e outros países.
Entre as mais recentes destacam-se “RAIOS”, na Galeria 111, em Lisboa, e “Aldebaran Caída por Terra /Aldebaran Fallen to the Ground”, no Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), também na capital portuguesa e que está agora patente ao público no CCCCB.













Comentários