Viseu

Tondela estreita relações com o Politécnico de Coimbra

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O Município de Tondela e o Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) assinaram esta segunda-feira (20 de abril), um protocolo de colaboração para impulsionar o conhecimento e a inovação no território, com foco em áreas como a sustentabilidade, engenharia, ciências empresariais e agroalimentar. 

A parceria, celebrada no Centro Tecnológico e de Empreendedorismo (CTE), visa colocar investigadores do IPC ao serviço de empresas e entidades locais, promovendo, desta forma, o desenvolvimento regional. 

O protocolo foi assinado entre a presidente da Câmara, Carla Antunes Borges e a presidente do IPC, Cândida Malça, na presença do vice-presidente da autarquia, Jorge Soares, dos vereadores Helena Rodrigues e Francisco Fonseca, de vários dirigentes do município e responsáveis pelas diferentes escolas que integram a instituição de ensino superior, entre outros convidados. 

“Sinto que hoje estamos a fazer história em Tondela e no CTE”, afirmou a presidente da Câmara, Carla Antunes Borges. A autarca sublinhou que este protocolo estratégico com o IPC reforça a missão do Centro Tecnológico, ao impulsionar uma rede colaborativa com o ensino superior para potenciar o desenvolvimento local.

“Este momento é mais do que uma etapa cumprida, é o início de um percurso que pretendemos que seja de sucesso”, sublinhou a autarca. 

Carla Antunes Borges reforçou que o CTE transcende a sua estrutura física, destacando a ambição de desenvolver projetos que “vão além destas paredes” e impactem o território.

“Tecnologia, empreendedorismo e investigação são conceitos que não podem ficar fechados”, afirmou a presidente, apelando ao envolvimento de todos. 

Ao admitir que a autarquia não consegue atuar isoladamente nestas áreas, Carla Antunes Borges destacou a importância estratégica de unir esforços com o mundo académico e o tecido empresarial.

Por sua vez, a presidente do IPC destacou a relevância deste dia, afirmando que o acordo permite “consubstanciar a missão de uma instituição de ensino superior” que deve atuar em prol da comunidade. 

“Todos sabemos que sem educação não há crescimento, sem educação não há desenvolvimento, sem educação não há enriquecimento das populações, portanto, esta é uma das formas de contribuir para o crescimento de uma região e para o crescimento de um país. E isso só é possível através da educação”, alegou Cândida Malça. 

Neste mesmo dia, no âmbito do entendimento agora firmado, realizou-se uma ação de formação focada nas exigências da Diretiva NIS2. A iniciativa, que reuniu mais de 50 profissionais de várias regiões, encerrou um ciclo de formações da Coimbra Business School, em parceria com a C-Academy e o Centro Nacional de Cibersegurança. Esta última sessão foi a que registou o maior número de inscrições. 

Durante a tarde, o CTE acolheu seis grupos de discussão, criando espaços de diálogo direto entre a academia, o poder local e parceiros estratégicos. 

Sob a moderação das várias unidades orgânicas do IPC: Saúde, Tecnologia e Gestão, Engenharia, Educação, Agrária e Business School, a iniciativa permitiu dar voz aos mais de 55 agentes locais e debater contributos para o desenvolvimento do território, focando-se em áreas como as tecnologias da saúde e bem-estar e o planeamento territorial inteligente.

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