A Câmara de Proença-a-Nova já tem definido o Plano Estratégico de Desenvolvimento até 2030, um instrumento de apoio à decisão que tem como objetivo a afirmação do território, baseado num modelo de desenvolvimento competitivo, inclusivo e sustentável.
O documento, a que a agência Lusa teve acesso, foi elaborado pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) e foi apresentado recentemente na Assembleia Municipal de Proença-a-Nova.
“Este plano estratégico surge como um guia descritivo e explicativo das condições de vida e oportunidades em Proença-a-Nova, tendo sido ainda elencadas soluções e possíveis projetos a implementar no município”, explicou, em comunicado, a Câmara de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.
O Plano Estratégico de Desenvolvimento de Proença-a-Nova (PEDPN) 2022-2030 é um instrumento de apoio à decisão e comunicação que vai ao encontro daquilo que o município pretende ser no final da década, “tendo como pressuposto a afirmação do território proencense, baseado num modelo de desenvolvimento competitivo, inclusivo e sustentável”.
“A concretização da estratégia territorial preconizada baseia-se na transparência e numa política rigorosa de afetação e gestão de recursos, passa pelo aproveitamento do seu potencial biofísico e pela consideração das suas características socioeconómicas”, lê-se no documento.
O PEDPN está ancorado não só nos contributos dos agentes territoriais e da vontade política da autarquia, como também na realidade territorial e socioeconómica do concelho de Proença-a-Nova.
A estratégia proposta para o município de Proença-a-Nova assenta em cinco eixos de intervenção, que incluem a promoção e valorização do património natural e paisagístico, a dotação de infraestruturas e de equipamentos valorizadores do território urbano e rural, do seu capital simbólico e da sua identidade e a projeção de um modelo de desenvolvimento local inclusivo e equitativo, com reforço das apostas na educação, saúde, cultura, desporto que dê resposta ao desafio demográfico.
A aposta no conhecimento e na inovação para estimular a valorização económica, o empreendedorismo de génese local, a captação de investimento e a oferta de emprego qualificado e o reforço dos canais de comunicação interna e externa, designadamente do ponto de vista da cooperação e do ‘marketing’ territorial, complementam os eixos de intervenção definidos no documento.











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