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Sertã equipa edifícios municipais com desfibrilhadores

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O Município da Sertã instalou recentemente Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE) no edifico dos Paços do Concelho da Sertã, na Casa da Cultura da Sertã e nas Piscinas Municipais da Sertã. Os DAE foram instalados nestes locais que, dada a sua natureza e vocação, apresentam maior afluência, sendo amplamente utilizados e procurados pela população.

Cristina Nunes, Vereadora da Proteção Civil da Câmara Municipal da Sertã, sublinha a aposta da autarquia sertaginense na aquisição “destes equipamentos e na formação de recursos humanos que ficam habilitados para a utilização dos DAE, que é uma inquestionável mais-valia para a comunidade. Em caso de paragem cardiorrespiratória, a rápida intervenção é crucial pois aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência das vítimas de fibrilhação ventricular”, explicou a autarca.

A instalação dos aparelhos DAE aconteceu no passado mês de maio e vem reforçar a presença de outros dois equipamentos já existentes nos recintos desportivos do Grupo Desportivo Vitória de Sernache, em Cernache do Bonjardim, e do Sertanense Futebol Clube, na Sertã. Cristina Nunes realça que “a implementação destes equipamentos constituem um investimento do Município da Sertã na proteção e segurança dos cidadãos que se pretende ver alargada a outros locais”.

O Desfibrilhador Automático Externo (DAE) é um equipamento utilizado na paragem cardiorrespiratória (PCR) e que tem como função aplicar uma carga elétrica no tórax. Dado que a sua utilização só é permitida por operacionais de DAE (ODAE), foi ministrada formação a vários colaboradores do município para estarem aptos a operacionalizar o referido equipamento em caso de necessidade, nos locais em que foram instalados.

Trata-se de um equipamento tecnológico que pode salvar vidas, que permite analisar a atividade elétrica do coração e identificar uma vítima em paragem cardíaca.

Uma paragem cardiorrespiratória ocorre quando o coração pára de bater repentinamente, interrompendo o fluxo sanguíneo para o corpo e privando os órgãos vitais de oxigénio. Numa situação de paragem cardiorrespiratória, a rápida intervenção é decisiva, pois a sobrevivência depende do restauro do ritmo cardíaco normal no mais curto espaço de tempo.

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