Coimbra

Segade: Família fica sem casa após incêndio

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Um incêndio deflagrou numa habitação na manhã deste sábado, 19 de agosto, junto à Estrada da Beira (Nacional 17), em Segade, já no concelho de Miranda do Corvo.

O alerta foi dado às 9:47 para uma moradia perto da Associação Cultural e Recreativa do Lugar de Segade. Quando os meios chegaram ao local, “o 1º e 2º piso já tinham chamas a irromper pelas portas e janelas”, explica o segundo comandante da corporação de Miranda do Corvo.

O trabalho dos operacionais foi facilitado, uma vez que “não havia vítimas no interior”, refere Rui Bingre.

Segundo o responsável, na moradia habitavam “6 pessoas da mesma família”.

Todos com idades entre os 40 e 80 anos, adianta fonte da GNR.

De acordo com o operacional, há registo de um “ferido ligeiro, um menor, com cerca de 12 anos, que foi encaminhado para o Hospital Pediátrico de Coimbra, por precaução”, pois apresentava “queimaduras nas costas”.

O segundo comandante afirma que conferenciou com a Guarda e com o presidente da Junta de Freguesia com o objetivo de assegurar um espaço para estes moradores. “A casa não tem condições de habitabilidade”, no entanto, “existe uma habitação de uma das irmãs, perto da localidade de Lata”, acrescenta. Os residentes “não vão ficar desalojados, vão ficar com familiares”, afiança.

Os proprietários informaram os bombeiros de que tinha sido no 1º piso onde tudo começou e “em minutos propagou-se à casa inteira”, conta o responsável.

“Havia carga térmica” e tratam-se de “casas antigas com uma disposição de mobiliário que não facilita a atuação dos bombeiros”, explica dando conta do que dificultou o trabalho dos meios.

Por volta das 11:30, de acordo com Rui Bingre, os trabalhos ainda estavam para durar mais uma hora.

Mais de 30 operacionais das corporações de Miranda do Corvo e de Vila Nova de Poiares fizeram o combate às chamas. O INEM e uma equipa com uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) também esteve presente.

A GNR coordenou o trânsito, uma vez que a circulação se fazia apenas no sentido Coimbra-Lousã, devido ao posicionamento das viaturas dos meios de socorro.

O caso passou para a alçada da Polícia Judiciária que irá investigar as causas do incêndio.

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