A Distrital do PSD de Aveiro declarou hoje o seu apoio a Luís Montenegro na ‘corrida’ à liderança social-democrata, defendendo que é a “personalidade indicada para liderar o PSD e ser candidato a primeiro-ministro”.
Em comunicado, aquele órgão distrital refere que aprovou “por unanimidade” o seu apoio à candidatura do ex-cabeça de lista por Aveiro e antigo líder da bancada social-democrata à presidência do partido nas eleições diretas agendadas para 28 de maio.
“O percurso de Luís Montenegro, ao serviço do partido e do país, faz dele a personalidade indicada para liderar o PSD e ser candidato a primeiro-ministro. A distrital do PSD Aveiro está a seu lado para contribuir com a sua força e a sua forte militância para o levar à liderança do PSD. O partido e Portugal necessitam de alguém com o perfil político de Luís Montenegro”, refere Emídio Sousa, presidente da Distrital do PSD/Aveiro, citado na nota de imprensa.
Emídio Sousa reconhece que Luís Montenegro “já deu provas de estar à altura da liderança do PSD, não apenas pelo seu percurso enquanto deputado, mas também pela forma responsável como deixou a atividade partidária, sempre com respeito por quem veio a liderar o partido”.
O líder da Distrital do PSD/Aveiro vê em Montenegro alguém capaz de “unir o partido”, juntando a isso a capacidade de “fazer acreditar nos portugueses que há um caminho melhor para as famílias e para as empresas.
Emídio Sousa acredita que o candidato que concorre pela segunda vez à liderança do PSD, depois de em janeiro de 2020 ter perdido para Rui Rio, irá assumir “a liderança que se impõe no combate aos desvios do Governo socialista”, defendendo que Portugal “precisa de uma oposição firme e atenta e de quem esteja em condições de governar a qualquer momento, atenta a possibilidade de a legislatura não chegar ao fim”.
Até ao momento há dois candidatos conhecidos nas eleições diretas marcadas para 28 de maio: Luís Montenegro e o ex-ministro do Ambiente Jorge Moreira da Silva, que apresentou hoje a sua candidatura.
O atual presidente, Rui Rio, já anunciou que deixará nessa ocasião a liderança do partido, na sequência da derrota nas legislativas de 30 de janeiro, em que o PS conseguiu maioria absoluta.













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