A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil aprovou a criação, em Águeda, de uma terceira Equipa de Intervenção Permanente (EIP), que começará a atuar em julho, informou hoje fonte municipal.
Tal como já acontece com uma das duas equipas existentes, a nova EIP vai ficar instalada no quartel dos Bombeiros Voluntários de Águeda (BVA), sendo que na decisão da ANEPC pesou o facto de uma das EIP existentes no concelho estar destacada em Agadão.
A criação da terceira EIP em Águeda resulta de uma manifestação de interesse apresentada pelo município, em articulação com os Bombeiros Voluntários de Águeda.
A constituição de uma terceira equipa no concelho é justificada por Águeda ser a quarta maior cidade da região de Aveiro que, para além da sua extensa mancha florestal, enfrenta diversos riscos ao nível da proteção civil, nomeadamente de incêndios, cheias e inundações, acidentes rodoviários, entre outros, tendo ainda um setor industrial significativo, com riscos associados.
“Apresentámos, em conjunto com os Bombeiros de Águeda, a candidatura para a criação, em Águeda, de uma 3.ª EIP considerando que é uma necessidade premente o reforço da capacidade operacional do corpo de bombeiros locais”, disse Jorge Almeida, presidente da Câmara de Águeda.
“A criação desta 3.ª EIP, a juntar-se às restantes duas, vem dotar o concelho de meios para um socorro ainda mais eficaz, seja em caso de incêndio ou qualquer outra ocorrência”, acrescentou.
As EIP são equipas de bombeiros profissionais, “caracterizadas pela elevada especialização, com conhecimentos em valências diferenciadas, para atuarem em diferentes cenários tendo em conta o cumprimento de missões da Proteção Civil”.
Cada equipa é constituída por cinco elementos, sendo os custos suportados em 5% pela Câmara de Águeda e os restantes pelo Estado, através da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.











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