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Professor Eduardo Cavaco é o candidato do CDS e Iniciativa Liberal na Covilhã

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O independente Eduardo Cavaco, professor universitário e presidente da Banda da Covilhã, de 56 anos, é candidato à Câmara da Covilhã apoiado pelo CDS e pela Iniciativa Liberal, para “valorizar o concelho e concretizar ideias”.

“Este é um concelho de oportunidades, precisa de uma equipa com capacidade de realização”, acentuou o doutorado em Biomedicina, que garantiu ter consigo “pessoas livres, disponíveis e independentes”.

José Eduardo Cavaco, rosto da coligação + Covilhã, assegurou ter o melhor projeto para o concelho da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, “para que os covilhanenses voltem a sonhar”.

O professor na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior adiantou que seus cinco principais objetivos são aumentar a população no concelho, aumentar o salário médio dos covilhanenses, fixando mais emprego qualificado, aumentar a oferta no ensino pré-escolar, aumentar o número de parques e espaços verdes, e ter mais habitação.

Eduardo Cavaco afirmou que se apresenta para concretizar ideias e projetos, e desafiou os covilhanenses a contactarem a candidatura e a apresentarem as suas sugestões.

O candidato apoiado pelo CDS e pela IL vincou ainda a importância de ter na coligação pessoas anónimas que podem enriquecer o projeto e referiu ter o apoio de gente de várias áreas, do mundo empresarial, cultural, associativo ou académico.

O também presidente da Banda da Covilhã informou que o cronograma prevê para mais tarde pormenores do programa eleitoral, mas adiantou estar centrado em sete eixos: progresso, viver, cuidar, transformar, aprender, descobrir e impulsionar.

O cabeça de lista da coligação à Assembleia Municipal da Covilhã é o também independente Adolfo Mesquita Nunes, 47 anos, que considerou Eduardo Cavaco “o melhor candidato para acabar com 12 anos de dormência”.

Adolfo Mesquita Nunes considerou o candidato à Câmara da Covilhã um homem de ação, com capacidade de ação, um homem do terreno, que não está num gabinete, uma pessoa de ambição, que conhece as pessoas e com obra feita, que conseguiu ver “o que outros não viram”, referindo-se aos vários eventos dinamizados pela Banda da Covilhã.

O candidato à Assembleia Municipal disse que não contava estar envolvido na candidatura senão como apoiante, mas que avançou perante o “erro de separar o eleitorado” à direita e exprimiu o desejo “de modernizar” o órgão a que se candidata, indo “ao encontro das pessoas”.

A Câmara da Covilhã é liderada desde 2013 pelo socialista Vítor Pereira, que atinge o limite de mandatos e é agora candidato ao vizinho município de Belmonte.

Até ao momento são também conhecidas as candidaturas do independente Jorge Simões, pelo PSD; de Jorge Fael, pela CDU; de Hélio Fazendeiro, pelo PS, de Mário Diniz, pelo Chega, e de Carlos Martins, socialista que avança como independente.

Notícias do Centro | Lusa

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