O candidato presidencial Gouveia e Melo defendeu hoje a necessidade de se voltar a olhar para o setor primário com outro carinho, dispondo-se a incentivar o retorno ao interior do país, combatendo a desertificação.
O almirante na reserva esteve hoje na zona de Aveiro, onde começou o dia com uma visita a uma unidade de transformação de pescado, na Gafanha da Nazaré, percorreu o comércio local na mais emblemática avenida da cidade de Aveiro, a Avenida Lourenço Peixinho, e concluiu o périplo na feira agropecuária Agrovouga.
Falou da necessidade de “voltar a olhar para o setor primário”, destacando a sua importância “não só pela produção, mas também pela preservação ambiental”.
“Estamos numa desertificação do nosso interior, temos de combater isso, e temos de voltar a olhar para o setor primário com outro carinho, porque não é só o que produz, mas também o que não deixa estragar”, disse aos jornalistas.
O candidato a Presidente da República afirmou a disposição de “incentivar a não desertificação do interior e o retorno a uma economia robusta do interior também”.
Gouveia e Melo foi subindo a Avenida Lourenço Peixinho, fazendo uma incursão no Fórum e não ficou indiferente nem às promoções, nem às palavras de incentivo que ouviu de lojistas e clientes.
Escolheu um fato, ficando sem se saber se foi a pensar numa tomada de posse, por ouvir promessas de voto, ou pelas últimas sondagens conhecidas que o colocam a disputar a segunda volta.
O almirante garantiu que as sondagens “nem o animam, nem desanimam” porque “há sondagens para todos os gostos e a única sondagem verdadeira será a realizada no dia 18 de janeiro de 2026”.
“Eu faço a minha campanha consciente das minhas propostas, e se os portugueses aderirem às propostas, serei uma pessoa mais feliz no resultado”, retorquiu.
Já como foi acolhido nas ruas e as palavras de incentivo que recebeu, reconhece que lhe dão alento: “isso sim, é muito positivo. As pessoas são muito simpáticas, eu agradeço essa simpatia”, concluiu.












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