Pombal, Caldas da Rainha e Guarda, a 29 de março, e Tourencinho, a 5 de abril, vão ser palco de “escolas de ativismo” e de formação de comunidades para enfrentarem problemas ambientais e saberem mobilizar-se de forma eficaz.
A organização é da ZERO e da Transitar. “Viver em democracia implica que os cidadãos sejam ativos e capacitados para a transição climática”, afirma embaixadora do Pacto Climático Europeu.
O projeto “Semear Ação” vai levar uma escola de ativismo climático às comunidades de quatro locais do país: Pombal, Caldas da Rainha, Guarda e Tourencinho. Embaixadores do Pacto Climático Europeu, e as associações ambientalistas ZERO e Transitar, vão oferecer às comunidades destas terras ações de formação e de capacitação para lutarem pela defesa das suas áreas com maior valor ecológico face às alterações climáticas (ver Programa em anexo).
“Não podemos esperar que os governos locais e nacionais resolvam todos os problemas causados por uma mudança tão estrutural e tão profunda”, afirma Diana Neves, embaixadora do Pacto Climático Europeu, que estará no Bioparque da Charneca, em Pombal, sábado 29 de março a intervir na escola de ativismo promovida pelo movimento Amigos do Arunca. “Viver em democracia implica que os cidadãos sejam ativos e capacitados para a transição climática”.
Nesse mesmo dia, decorrerá outra escola de ativismo nas Caldas da Rainha, organizada pela Ágora – Associação Ambiental, e mais uma na Guarda, promovida pelo movimento Ação Floresta Viva, ambas com o objetivo de capacitarem os cidadãos a mobilizarem-se de forma eficaz para enfrentarem problemas ambientais.
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