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Marinha Grande investe um milhão de euros para requalificar 53 moradias de bairro

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 A Câmara da Marinha Grande vai investir cerca de um milhão de euros na requalificação das 53 moradias do bairro do Camarnal Novo, disse hoje à agência Lusa o presidente deste município do distrito de Leiria.

Segundo Aurélio Ferreira, esta é a maior intervenção que o bairro sofre desde a sua criação, no início do século.

“Nunca se fez uma intervenção no bairro, a não ser pontualmente. E era necessária, era fundamental”, salientou Aurélio Ferreira, eleito pelo movimento independente +MpM.

Reconhecendo que o bairro está “muito degradado”, o autarca admitiu ter havido queixas de moradores.

O presidente do município concretizou que “as fachadas e as coberturas já mostravam infiltrações”.

“O que vamos fazer é uma melhoria, não só do edificado, das fachadas e coberturas, mas aproveitar também para fazer uma melhoria do ponto de vista da eficiência energética”, explicou, convicto de que os trabalhos vão permitir dar conforto aos moradores.

Aurélio Ferreira adiantou que a expectativa é a de que os trabalhos iniciem até julho.

“Temos a expectativa de que se iniciem dentro de um, dois meses”, afirmou, esclarecendo que a empreitada foi agora adjudicada e decorrem os prazos para a celebração do contrato e início da obra.

O presidente da Câmara, recandidato ao lugar nas próximas eleições autárquicas, acrescentou que este investimento “está mapeado na estratégia de habitação local”.

Admitiu também acreditar que possa ser comparticipado por parte do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana.

Segundo uma nota de imprensa da Câmara, a requalificação exterior das 53 moradias, de tipologia T1, T2 e T3, foi adjudicada pelo valor de 908.929,70 euros, acrescidos de IVA. O prazo de execução é de 10 meses.

Os trabalhos contemplam a renovação dos revestimentos exteriores das casas, aplicação de sistemas de isolamento térmico mais eficazes, reparação dos sistemas de drenagem dos telhados, para evitar infiltrações e melhorar a ventilação, e substituição de janelas e estores, com vista a aumentar a eficiência energética.

“Com estas obras, pretende-se melhorar de forma significativa as condições de habitabilidade e o conforto das moradias, proporcionando maior qualidade de vida aos moradores”, lê-se na nota de imprensa.

De acordo com informação da autarquia enviada à Lusa, neste momento estão 44 casas ocupadas, sendo que uma está cedida à associação Novo Olhar, “através de um contrato de comodato, para desenvolvimento do projeto de apartamentos partilhados”.

Notícias do Centro | Lusa

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