Castelo Branco

Idanha-a-Nova cancela atividades festivas durante estado de calamidade

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A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova suspendeu todas as atividades festivas durante o período do estado de calamidade, na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta pelo território.

Numa nota publicada nas suas redes sociais, este município do distrito de Castelo Branco explicou que as atividades festivas que estavam programadas “foram adiadas e/ou suspensas durante o período em que vigora o estado de calamidade”, dando cumprimento às recomendações das autoridades competentes na matéria de segurança e proteção civil.

“As entidades associativas que manifestaram interesse em promover eventos de convívio durante o período em que foi decretado o estado de calamidade pelo Governo Português foram aconselhadas a adotar medidas de prevenção e segurança, tendo deixado ao critério da direção de cada associação a ponderação e a tomada de decisão quanto à realização dos referidos convívios”.

O município de Idanha-a-Nova, apesar de reconhecer a importância da celebração do Carnaval no seio da comunidade, reiterou a importância de se cumprir as recomendações das autoridades de Proteção Civil e de segurança.

“Pede-se a todas as associações que queiram manter a atividade programada durante estes dias, e em específico até ao próximo dia 15 de fevereiro [domingo], que se acautelem e procedam com a máxima segurança, para o bem de todos”.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Notícias do Centro | Lusa

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