Viseu

Festival Sintonias leva música a locais históricos de Penedono

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Foi apresentado o Festival Sintonias (por Terras do Magriço- Penedono), ontem, dia 15 de julho, em Conferência de Imprensa, no Salão Nobre no Município de Penedono. Esta é a primeira edição de um Festival integrado/apoiado pelo programa 20/30 ao Município de Penedono.

Para a Presidente da Câmara Municipal, Dra. Cristina Ferreira, “a escolha da OCC como parceira para concretizar este Festival, que faço votos seja o primeiro de edições futuras, foi natural, não só pela proposta apresentada por esta orquestra como pelo trabalho que a OCC tem vindo a desenvolver em Penedono ao longo dos anos”. Referiu ainda que “a isto acresce o facto de a Presidente da Direção da OCC ter origens em Penedono e connosco partilhar este sentimento de pertença, gosto e vontade de valorizar e promover o concelho”.

Para a responsável, o Festival, para além da oferta musical de qualidade que se propõe oferecer à população, promove também a gastronomia, o artesanato, o comércio local, como seja na área da restauração ou hotelaria”. “O nosso território é riquíssimo em Património Histórico, paisagístico ou arquitetónico. Pretendemos apresentar um programa de qualidade, atrativo para quem nos visita, mas também rico para quem aqui reside. Um programa atrativo pelo conteúdo e pelos espaços onde terão lugar”, explicou. Concluiu fazendo o convite para quem quiser visitar
Penedono, e “aqui queira permanecer desfrutando o encanto das paisagens, hospitalidade das pessoas, a gastronomia única de toda esta região”. O Festival irá decorrer na Igreja Matriz de Penedono, Castelo de Penedono, Largo do Castelo, Senhora do Monte, Necrópole Megalítica de Lameira de Cima, Cine – Fórum e Átrio do Município.

Para a Presidente da Direção da OCC, Emília Martins, “investir na Cultura é investir no futuro e num país mais rico e competitivo. Conhecer para respeitar e valorizar”, referiu, realçando a importância desta parceria e referindo ser este neste espaço único no país (e no Mundo) que se vai marcar encontro nos próximos seis meses com a Cultura, com a Arte.

O Festival assinala, nesta 1ª edição, os 580 anos da morte do MAGRIÇO, Álvaro Gonçalves Coutinho, valente guerrilheiro português, um dos 12 de Inglaterra, natural desta vila de Penedono, mas também os 500 anos do nascimento de Luís de Camões, os 250 anos do nascimento de João Domingos Bomtempo, o 30 º aniversário da ratificação por Portugal da Declaração Universal do Direito da Crianças, o centenário do nascimento de Carlos Paredes ou os 30 anos da morte de Miguel Torga.

Um Festival que não assinala apenas as datas acima indicadas, como quer “descentralizar”, “dar a conhecer” e “valorizar” o enorme Património Material e Imaterial que existe para além das grandes metrópoles. Segundo Emília Martins, o Património (material e imaterial) é de todos nós. Cabe-nos valorizá-lo/promovê-lo. Fica também um Convite para viajar no Tempo – conhecer o passado, pois tal é essencial para projetar o futuro num mundo que queremos melhor e necessariamente mais culto. Já dizia Miguel Torga: Em qualquer aventura, O que importa é partir, não é chegar.”, concluiu.

As entradas são gratuitas, limitadas aos espaços existentes.

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