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Dioceses de Portalegre-Castelo Branco, Guarda e Viseu recordam faceta humana do Papa Francisco

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As dioceses de Portalegre-Castelo Branco, Guarda e Viseu elogiaram a faceta humana e dedicação à Igreja do Papa Francisco, que faleceu hoje, no Vaticano, aos 88 anos.

Numa mensagem publicada na sua página na rede social Facebook, o bispo de Portalegre-Castelo Branco, Antonino Dias, recordou que o Papa Francisco “sempre construiu pontes e abriu caminhos de esperança e de renovação”.

“Para se ir mais além pelos caminhos da tolerância, da paz, da fraternidade universal, da solidariedade humana, da ecologia integral”, acrescentou.

Evocando Francisco como “manifestamente humilde e dialogante”, Antonino Dias também realçou que o Papa “não tinha receio de gerar polémicas, mesmo dentro da Igreja Católica que sempre precisa de purificação”.

“Ele desejava que ela [Igreja Católica] fosse uma espécie de ‘hospital de campanha’”, argumentou o bispo, considerando que o Papa Francisco foi “uma voz diferente, muitas vezes contundente, nem sempre meiga no contexto de um mundo que tende a globalizar a indiferença e a esquecer os pobres, os refugiados, os migrantes, os marginalizados”.

Através de uma mensagem audiovisual, na Internet, o bispo da Guarda, José Pereira, disse que a diocese se “une com toda a igreja numa oração de ação de graças a Deus”.

“Pede ao Senhor que o receba na sua paz e que a força do Espírito Santo ilumine agora a Igreja para poder continuar os caminhos que o mesmo abriu por meio do ministério do Papa Francisco”, frisou.

Também a Diocese de Viseu, na sua página na rede social Facebook, através do seu bispo António Luciano, se mostrou unida “em oração a toda a Igreja que se despede deste seu pastor, agradecidos por tão belo pontificado, marcado por tanta proximidade e empenho na construção de uma Igreja viva e sinodal e de um mundo mais fraterno”.

O Papa Francisco morreu hoje aos 88 anos, após 12 anos de um pontificado marcado pelo combate aos abusos sexuais, guerras e uma pandemia.

Nascido em Buenos Aires, em 17 de dezembro de 1936, Francisco foi o primeiro jesuíta a chegar à liderança da Igreja Católica.

Francisco esteve internado durante 38 dias devido a uma pneumonia bilateral, tendo tido alta em 23 de março.

A sua última aparição pública foi no domingo de Páscoa, no Vaticano, na véspera de morrer.

Notícias do Centro | Lusa

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