A cidade da Covilhã assinala, no próximo dia 18 de abril de 2026, o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com um programa cultural diversificado, este ano subordinado ao tema “Património Vivo – Resposta de Emergência em Contextos de Conflitos e Desastres”.
A iniciativa destaca a importância da lã como património vivo, valorizando esta matéria-prima enquanto recurso cultural, económico e identitário de Portugal. A organização convida toda a comunidade a participar nas atividades, reforçando a ligação entre tradição, território e memória coletiva.
Ao longo do dia, o Museu de Lanifícios oferece entrada gratuita, com visitas livres às áreas expositivas “Da Manufactura à Industrialização dos Lanifícios”, que incluem a Real Fábrica de Panos e a Real Fábrica Veiga. Os visitantes poderão ainda usufruir de uma nova modalidade de visita com audioguias digitais disponíveis em português, inglês e espanhol.
Durante a tarde, entre as 14h00 e as 16h00, realiza-se um percurso pelo património industrial da cidade, sob o mote “Uma Caminhada Pelo Uso da Lã”, com ponto de encontro na Real Fábrica Veiga.
Pelas 16h30, será inaugurada a exposição “Teias da Terra – Estudo sobre as Lãs de Raças Ovinas Autóctones Portuguesas”, da autoria de Alice Albergaria Borges, também na Real Fábrica Veiga.
O programa encerra com um concerto às 18h00, intitulado “Out in the City, Blooming in a Cold World Outside”, pelo Hugo Santos Quintet, integrado no ciclo de música de câmara Aqui à Beyra.
A iniciativa conta com o apoio de várias entidades, entre as quais o Teatro Municipal da Covilhã, o Beyra Laboratório Artístico e o ModUBI – Núcleo de Estudantes de Design de Moda da Universidade da Beira Interior.













Comentários