Rui Furtado é o candidato do PSD à Câmara de Fornos de Algodres para colocar “o concelho e as suas pessoas no centro da ação política”, anunciou a comissão política concelhia local.
Natural de Figueiró da Granja, Rui Furtado é bancário, atual deputado na Assembleia Municipal de Fornos de Algodres e tesoureiro da secção social-democrata.
“O PSD apresenta-se como uma alternativa credível, determinada a construir um concelho onde todos possam viver com dignidade, oportunidades e orgulho”, refere o líder concelhio, Marcos Lopes Paulo, num comunicado enviado à agência Lusa.
Além do cabeça de lista, a concelhia social-democrata fornense aprovou também os restantes elementos da lista que vai concorrer à Câmara nas autárquicas de 12 de outubro (João Gomes, Marília Ferreira, Carlos Pereira e Fátima Mendes).
“São pessoas movidas por um propósito comum: devolver a esperança aos fornenses e projetar um futuro de progresso e desenvolvimento sustentável para o nosso território”, realça Marcos Lopes Paulo, no mesmo comunicado.
Segundo o dirigente, “a missão” deste projeto autárquico é colocar “o concelho e as suas pessoas no centro da ação política” com um projeto “renovador, assente na seriedade, competência e proximidade”.
Para os sociais-democratas de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda, é necessária “uma mudança transformadora depois de mais de uma década marcada pela estagnação, pela falta de obra concreta e por uma governação centrada em interesses próprios e partidários”.
A Câmara Municipal de Fornos de Algodres é presidida por Manuel Fonseca desde 2013, que foi reeleito há quatro anos com maioria absoluta – 60,3% dos votos.
O PS elegeu três vereadores, enquanto a coligação PSD/CDS-PP, liderada por Joaquina Rodrigues, obteve 34,2%, conquistando dois mandatos. A CDU conseguiu 1,3%.
O autarca atingiu o limite de mandatos e já não se recandidata, tarefa atribuída a Alexandre Lote, vice-presidente do município.
Rui Ferreira, pelo Chega, é outro candidato já conhecido à autarquia fornense.
A Câmara de Fornos de Algodres está sob a alçada do Fundo de Apoio Municipal (FAM) desde 2014 para liquidar uma dívida de mais de 32 milhões de euros, tendo assumido um plano de pagamentos a 35 anos.












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