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Preso por atear fogo em Castelo Branco

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O Comando Territorial de Castelo Branco, através do Posto Territorial de Alcains, constituiu arguido um homem de 42 anos, pelo crime de incêndio florestal, no concelho de Castelo Branco.

Na sequência de um alerta para a ocorrência de um foco de incêndio rural, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato ao local, onde confirmaram a veracidade da ocorrência.

No decorrer das diligências policiais, foi possível apurar que o proprietário do terreno agrícola onde teve origem o incêndio se encontrava a realizar uma queima de sobrantes sem a respetiva autorização.

A ação acabou por se descontrolar devido à intensidade do vento, originando diversas projeções e obrigando à intervenção dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco para a extinção do incêndio.

O suspeito foi constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Castelo Branco.

Tendo em consideração o trabalho preventivo, de vigilância e de deteção desenvolvido ao longo deste ano, já foram identificados 37 suspeitos pela prática do crime de incêndio florestal no distrito de Castelo Branco.

A análise efetuada às causas destes incêndios demonstra que a esmagadora maioria resulta de comportamentos negligentes associados ao uso do fogo, destacando-se a realização de queimas e queimadas de sobrantes sem a adoção das devidas medidas de segurança, acabando por se descontrolar e originar incêndios rurais.

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