Aveiro

Câmara de Albergaria estabiliza talude em risco de derrocada em Frossos

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A Câmara de Albergaria-a-Velha revelou hoje que fez obras de estabilização do talude da Rua da Tomada, em Frossos, que estava em risco iminente de derrocada.

“No âmbito do Fundo de Emergência Municipal, o Município de Albergaria-a-Velha procedeu à requalificação e estabilização de taludes de suporte de estrada, com risco iminente de derrocada, na Rua da Tomada, em Frossos”, informa uma nota da autarquia.

A intervenção tem um custo superior a 85 mil euros, e incidiu sobre uma área onde se verificou a ocorrência de um deslizamento de terras, que havia sido atingida pelos incêndios de setembro.

O desaparecimento da vegetação fragilizando os taludes terá contribuído para o recente deslizamento de terras.

“A solução de estabilização adotada baseou-se na execução de muros de suporte, com 102 metros de comprimento, e a reabilitação de taludes, tendo sido necessário, em casos pontuais, a execução de aquedutos de drenagem de águas pluviais, por forma a garantir a segurança e proteção dos taludes”, esclarece a nota.

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, que para o efeito contou com a cedência de terrenos por parte de dois proprietários, adianta que a intervenção terá continuidade numa nova empreitada.

O concelho de Albergaria-a-Velha foi um dos atingidos pelo mau tempo, com desabamento de terras, casas inundadas e vias submersas, nomeadamente em Frossos e Angeja, onde algumas famílias tiveram de ser desalojadas devido à subida das águas do rio Vouga.

A Estrada Nacional 230-2 esteve cortada ao trânsito devido a um deslizamento de terras na Freguesia de Frossos.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.

Notícias do Centro | Lusa

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