Coimbra

Coimbra: Junta de Ceira diz que não foi preciso retirar pessoas de casa na madrugada

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O presidente da Junta de Freguesia de Ceira confirmou hoje que não foi necessário retirar os moradores desta zona ribeirinha do concelho de Coimbra para um ponto seguro, face ao risco de cheia que se previa para a madrugada.

“Graças a Deus não foi necessário. As pessoas ficaram nas suas casas em segurança e está tudo dentro da normalidade”, indicou Fernando Almeida.

A Câmara de Coimbra informou, na terça-feira à noite, que iria retirar entre 2.800 a 3.000 pessoas das suas casas face a risco de cheia no Mondego.

Na altura, a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, informou que seriam retiradas pessoas de localidades da zona ribeirinha de Torres do Mondego e Ceira (zona de concentração: Casa do Povo de Ceira), da zona de São Martinho do Bispo (Escola Inês de Castro) e Ribeira de Frades, Taveiro, Ameal e Arzila (Escola de Taveiro).

De acordo com o presidente da Junta de Freguesia de Ceira, o Rio Ceira “desceu um bocadinho durante a noite”, o que permitiu que os habitantes pudessem ficar nas suas casas.

“Agora vamos ver como se vai portar durante a manhã”, acrescentou.

A Casa do Povo de Ceira foi o ponto seguro escolhido para acolher quem estivesse em zona de risco, mas pelas 09:00 não tinha tido qualquer afluência.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alertou na terça-feira que são esperados hoje chuva e vento por vezes fortes devido à depressão Nils, que não irá afetar diretamente Portugal continental.

Em aviso laranja, entre as 06:00 e 18:00 de hoje, estão Viseu, Porto, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga.

Portugal continental foi atingido no dia 27 de janeiro pela depressão Kristin, a que se seguiu a Leonardo e a Marta, que causaram 15 mortos e centenas de feridos e desalojados.

Notícias do Centro | Lusa

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