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Pinhel tem condições para acolher 50 refugiados

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O município de Pinhel, no distrito da Guarda, deu início a um trabalho de rede e tem condições para “acolher e acomodar cerca de 50 pessoas”, no âmbito do Programa de Apoio a Refugiados Ucranianos.

“Consciente do agravar da situação na Ucrânia e do aumento exponencial do número de pessoas que se veem obrigadas a sair do país, deixando tudo para trás, o município de Pinhel deu início a um trabalho de rede que visa criar as condições necessárias para acolher aqueles que queiram vir para o nosso concelho”, referiu a autarquia de Pinhel, em comunicado.

O município presidido por Rui Ventura adiantou que congregando esforços e coordenando uma vasta rede de parceiros (que inclui a Câmara Municipal, as Juntas de Freguesia, as Paróquias e as Instituições Particulares de Solidariedade Social) “já fez o apuramento dos alojamentos disponíveis no concelho, tendo neste momento condições para acolher e acomodar cerca de 50 pessoas (capacidade que poderá ser ampliada, caso venha a ser necessário)”.

O município também disse que, no âmbito do Pinhel Acolhe – Programa de Apoio a Refugiados Ucranianos, nos próximos dias, o município de Pinhel “vai constituir uma bolsa de voluntariado que visa criar uma rede de apoios a vários níveis (desde a recolha de bens à sua triagem e entrega, passando pela prestação de apoio social e psicológico ou pela mediação de diálogos pelo conhecimento de línguas, entre muitos outros)”.

O município “está convicto de que poderá contar com o empenho e a boa vontade da comunidade pinhelense para ajudar a minimizar esta enorme tragédia humanitária”.

“Pinhel está solidário com a Ucrânia e com o povo ucraniano. Contamos com todos para fortalecer esta corrente solidária e ajudar crianças, mulheres, idosos, famílias cujas vidas estão a ruir devido a uma guerra condenável a todos os níveis”, concluiu.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que causou pelo menos 406 mortos e mais de 800 feridos entre a população civil e provocou a fuga de mais de dois milhões de pessoas para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

Notícias do Centro | Lusa

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