Portugal

Nova presidente da Cruz Vermelha quer dar relevo à área da saúde mental

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A nova presidente da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), Ana Jorge, disse hoje ao tomar posse no cargo que quer dar um “relevo especial” à área da saúde mental durante o seu mandato.

“Neste mandato também um relevo especial à área da saúde mental, sobretudo no que concerne à doença mental crónica, adotando respostas previstas na rede nacional de cuidados continuados em saúde mental, dirigidas quer a crianças, adolescentes e adultos”, disse, na cerimónia em que se tornou a 25.ª presidente da CVP.

Na saúde mental, afirmou, a CVP pode acrescentar “respostas qualificadas às pessoas com demência, melhorando substancialmente o seu dia a dia e dos familiares”.

A responsável disse que a instituição quer ganhar espaço de intervenção em áreas que “efetivamente necessitam de respostas”, como a área de cuidados continuados ou a dos cuidados integrados pediátricos.

No discurso, Ana Jorge disse acreditar profundamente no serviço publico, acrescentando: e é a nossa ótica de serviço público que pretendo imprimir durante o mandato que agora inicio.

Além de Ana Jorge também falou o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, que começou por ler uma mensagem do primeiro-ministro na qual António Costa destacou a capacidade da CVP de se reinventar, como foi no caso do combate à covid-19.

João Gomes Cravinho enalteceu também o trabalho desenvolvido pela CVP, “um dos exemplos mais duradouros da força do pensamento humanista”, e agradeceu o trabalho dos últimos quatro anos do anterior presidente, Francisco George, marcados pela pandemia de covid-19, destacando também o contributo da CVP no combate à pandemia.

Ana Jorge, médica pediatra, foi ministra da Saúde nos XVII e XVIII governos constitucionais, deputada e gestora de várias instituições de saúde e da economia social.

A CVP é uma instituição humanitária não governamental, da qual o ministro da Defesa exerce a tutela inspetiva.

Hoje, à chegada à sede da CVP o ministro, questionado pelos jornalistas sobre um caso de caça ilegal no campo de tiro de Alcochete, disse apenas que é uma matéria que está em segredo de justiça e que não tem nada a dizer sobre o assunto. Questionado sobre se tinha conhecimento não respondeu.

O porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM), Marco Ermidas, confirmou hoje que a PJM está a investigar um caso de caça ilegal no campo de tiro de Alcochete, no qual são suspeitos militares e civis.

De acordo com o porta-voz, a PJM está a investigar um “caso de caça ilegal no campo de tiro de Alcochete”, nos quais os suspeitos envolvidos são “militares e não militares”, disse o porta-voz, confirmando a notícia avançada pela CNN Portugal.

Notícias do Centro | Lusa

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